Depois de assistir o This is It e já por causa de algumas conversas com o Rafa, eu ouvi um disco da Orianthi. Outra coisa que ele me apresentou, a Hiromi, uma pianista muito novinha e muito doida, muito bacana ouvir o som dela e recomendo inclusive assistir os vídeos que tem no youtube, é energia demais. Completando o set da semana, os Afro-Sambas com a Mônica Salmaso, o Texas Flood do SRV e o Descobrimento do Brasil da Legião Urbana. É isso!
Última semana. Erykah Baduh, Pearl Jam, Sade e Adriana Calcanhotto
Ouvi o clássico Ten do Pearl Jam e o Binaural, dois discos da Sade (o Lovers Rock e o Love Deluxe), e a Fábrica do Poema da Adriana Calcanhotto.
O mais legal da semana foi o disco novo da Erykah Baduh, o New Amerykah Part Two (Return Of The Ankh), você pode ler uma resenha dele aqui.
Um tempo atrás o Pava publicou um post sobre a polêmica do vídeo da música Window Seat desse disco da Erykah. Abaixo, segue a música Window Seat.
http://www.youtube.com/watch?v=4E9hTz0lPBQ
Musescore – Software livre de composição e partitura musical
Após alguns anos sem mexer com música no computador, esse ano eu estou retornando as atividades, mergulhando (de volta!) no mundo dos sequenciadores, DAW, VST e VSTi. Aliás, para alguém que está afastado como eu as coisas mudaram muito. Por exemplo, eu mexia com cakewalk na época que ele trabalhava quase que apenas com MIDI, e VST nem existia naquela época (conseguem chutar um ano pra isso?). Hoje em dia, no mesmo software eu posso abrir uma pista pra MIDI, outra pra áudio, e ainda outra pra VSTi. É uma mudança de paradigma enorme!
Nessa leva, eu acabei fazendo o download de um software livre para edição de partitura, o MuseScore, que atualmente está na versão 0.9.6. Para quem tinha alguma experiência com versões jurássicas do Encore, achei um software bem amigável e evoluído. Da própria página do projeto, seguem as informações:
- WYSIWYG, as notas são inseridas em uma “partitura virtual”
- Número ilimitado de pautas
- Até quatro vozes por pauta
- Entrada rápida e fácil de notas com mouse, teclado ou MIDI
- Sequenciador integrado e software sintetizador FluidSynth
- Importação e exportação para MusicXML e Standard MIDI Files
- Código independente de plataforma, binários disponíveis para Windows, Mac e Linux
- Traduzido para 26 idiomas
- Distribuído sob licença GNU GPL
Ele pode tocar as músicas via o próprio soundfount que vem com ele, ou se você tiver um soundfount de melhor qualidade pode configurá-lo para uso também. Com esse mesmo soundfount, ele pode exportar a partitura direto para um arquivo wav ou ogg (senti a falta do formato mp3, mas é fácil converter o wav para mp3).
Fora a minha falta de habilidade com o processo (tem trocentos anos que eu não editava uma partitura no computador, no máximo escrevia algo à mão), o programa funcionou bem, sem travamentos, foi relativamente fácil de usar e para mim, escrever uma partitura e estudar um pouco de música de novo tem sido bem divertido. É isso!
Última semana: Ed Motta, Santana, Erykah Badu, MuteMath, Sade, Stevie Wonder e Nitin Sawhney
Prosseguindo com o Santana, dessa vez ouvi bastante o terceiro dele, principalmente por conta de algumas músicas que estou ensaiando. Por recomendação do Fiote, MuteMath (ainda preciso ouvir mais!). Por recomendação do Rafa, Stevie Wonder (confesso que até hoje eu ouvi muito pouco ele). Também influência do Rafa, o Beyond Skin do Nitin Sawhney.
Continuando a verve black do Stevie, ouvi o novo CD da Erykah Badu e o último do Ed Motta. O Ed tá com uma banda nova e uma sonoridade um pouco diferente, para mim ficou bem semelhante em sonoridade aos primeiros discos do Templo Soul. É isso!
Abaixo, o vídeo do Ed Motta com a nova banda, na música Mensalidade.
Mais ouvidos da última semana (31/05 a 06/05)
Novos amigos, novas influências
O Rafa, meu amigo guitarrista (em breve a gente vai estar tocando num projeto aqui em Brasília!) me indicou o Jeff Beck, e eu ouvi bastante essa semana a música Nadia, que tem uma melodia típica de música indiana/oriental, cheio de microtons que ele faz na guitarra (a base da música é de música eletrônica).
Ouvi muito um disco que eu ouvi a adolescência inteira, o Elektric Band do Chick Corea. Dele também ouvi bastante o Expressions, esse um álbum de piano solo. Acrescentando a lista, o rock setentista do Terço, o folk cristão do Bebo Norman e o eletrônico do Daft Punk. É isso!
Mais ouvidos da última semana (24/05 a 30/05)
Depois de muito ouvir o Art of Motion do Andy Mckee, essa semana eu ouvi o The Gates of Gnomeria, e me apaixonei pela música Nakagawa-San. Ouvi o The Foundation do Zac Brown Band que o Johnny me passou, e The Police, adoro a guitarra esperta do Andy Summers.
Pelo lado da música brasileira, ouvi bastante o clássico Clube da Esquina do Milton Nascimento, e a versão dos Afro-Sambas da Mônica Salmaso com o Paulo Bellinati. E o Aystelum do Ed Motta, um disco dele bem diferente do Manual Prático, contém até algumas coisas tipo musical da Brodway, mas que eu gosto muito também. É isso!
Mais ouvidos da última semana (17/05 a 23/05)
Mais ouvidos da última semana (10/05 a 16/05)
Play Deep Funk do The Sound Stylistics, uma banda que é composta de músicos de diversas outras bandas de black/soul famosas: Incognito, The James Taylor Quartet, The Brand New Heavies. Muito bacana de ouvir. Ouvi também o disco Jaco Pastorius de cabo a rabo. Pro lado mais violão folk/indie da coisa, o O do Damien Rice e o Stray Dogs do Thomas Dybdahl.
Pro lado mais virtuose da música, o The Guitar Trio, de Paco de Lucia, Al di Meola e John Mclaughlin. E as Children’s Songs do Chick Corea, uma série de composições onde o famoso pianista tenta retratar de um modo musical a curiosidade e esperteza das crianças. É um que eu mais gosto dele.
Segue vídeo muito antigo, do próprio Chick Corea tocando algunas Children’s Songs com o vibrafonista Gary Burton
Mais ouvidos da última semana (03/05 a 09/05)
Damien Rice, com o O e o 9, o Discovery do Daft Punk, sempre aqui, o Automatic Movements do Everything is Made in China. Das novidades, o Með suð í eyrum við spilum endalaust do Sigur Rós, que eu tava com vontade de ouvir e o Thiago Bomfim me passou e o Stray Dogs do Thomas Dybdahl, que eu baixei após ouvir ums música no last.fm.
É isso!
Mais ouvidos da última semana (26/04 a 02/05)
Uma semana de bastante descobertas: ouvi bastante o Automatic Movements, do Everything is Made in China, que eu já tinha ouvido algumas músicas antes, mas essa semana ouvi completo e gostei bastante. Além desse disco, ouvi bastante o 4 deles também. No mesmo estilo, ouvi muito também o Happy Songs for Happy People, do Mogwai. As duas bandas pertencem a um estilo chamado post-rock, que eu desconhecia, mas gostei bastante.
Para completar a lista, Eyes Open do Snow Patrol (porque eu acho que ainda não conheço bem a música do século XXI e o Johnny me recomendou). Daft Punk eu nem queria ouvir muito, mas tem uma música deles numa cena de Homem de Ferro 2 e eu me empolguei
. E pra fechar a lista, As segundas intenções do manual prático, do Ed Motta, que eu já ouvi bastante no passado, e me empolguei essa semana porque o Weverson me deu um DVD dele de presente. Aliás, a empolgação foi tanta que eu quase comprei um microkorg (que o Rafael Vernet usa no show) ![]()
É isso, pra fechar, um vídeo do Everything is Made in China:












































