Depois de assistir o This is It e já por causa de algumas conversas com o Rafa, eu ouvi um disco da Orianthi. Outra coisa que ele me apresentou, a Hiromi, uma pianista muito novinha e muito doida, muito bacana ouvir o som dela e recomendo inclusive assistir os vídeos que tem no youtube, é energia demais. Completando o set da semana, os Afro-Sambas com a Mônica Salmaso, o Texas Flood do SRV e o Descobrimento do Brasil da Legião Urbana. É isso!
Category Archives: Sem categoria
Última semana: Ed Motta, Santana, Erykah Badu, MuteMath, Sade, Stevie Wonder e Nitin Sawhney
Prosseguindo com o Santana, dessa vez ouvi bastante o terceiro dele, principalmente por conta de algumas músicas que estou ensaiando. Por recomendação do Fiote, MuteMath (ainda preciso ouvir mais!). Por recomendação do Rafa, Stevie Wonder (confesso que até hoje eu ouvi muito pouco ele). Também influência do Rafa, o Beyond Skin do Nitin Sawhney.
Continuando a verve black do Stevie, ouvi o novo CD da Erykah Badu e o último do Ed Motta. O Ed tá com uma banda nova e uma sonoridade um pouco diferente, para mim ficou bem semelhante em sonoridade aos primeiros discos do Templo Soul. É isso!
Abaixo, o vídeo do Ed Motta com a nova banda, na música Mensalidade.
Mais ouvidos da última semana (31/05 a 06/05)
Novos amigos, novas influências
O Rafa, meu amigo guitarrista (em breve a gente vai estar tocando num projeto aqui em Brasília!) me indicou o Jeff Beck, e eu ouvi bastante essa semana a música Nadia, que tem uma melodia típica de música indiana/oriental, cheio de microtons que ele faz na guitarra (a base da música é de música eletrônica).
Ouvi muito um disco que eu ouvi a adolescência inteira, o Elektric Band do Chick Corea. Dele também ouvi bastante o Expressions, esse um álbum de piano solo. Acrescentando a lista, o rock setentista do Terço, o folk cristão do Bebo Norman e o eletrônico do Daft Punk. É isso!
Mais ouvidos da última semana (24/05 a 30/05)
Depois de muito ouvir o Art of Motion do Andy Mckee, essa semana eu ouvi o The Gates of Gnomeria, e me apaixonei pela música Nakagawa-San. Ouvi o The Foundation do Zac Brown Band que o Johnny me passou, e The Police, adoro a guitarra esperta do Andy Summers.
Pelo lado da música brasileira, ouvi bastante o clássico Clube da Esquina do Milton Nascimento, e a versão dos Afro-Sambas da Mônica Salmaso com o Paulo Bellinati. E o Aystelum do Ed Motta, um disco dele bem diferente do Manual Prático, contém até algumas coisas tipo musical da Brodway, mas que eu gosto muito também. É isso!
Mais ouvidos da última semana (17/05 a 23/05)
Mais ouvidos da última semana (10/05 a 16/05)
Play Deep Funk do The Sound Stylistics, uma banda que é composta de músicos de diversas outras bandas de black/soul famosas: Incognito, The James Taylor Quartet, The Brand New Heavies. Muito bacana de ouvir. Ouvi também o disco Jaco Pastorius de cabo a rabo. Pro lado mais violão folk/indie da coisa, o O do Damien Rice e o Stray Dogs do Thomas Dybdahl.
Pro lado mais virtuose da música, o The Guitar Trio, de Paco de Lucia, Al di Meola e John Mclaughlin. E as Children’s Songs do Chick Corea, uma série de composições onde o famoso pianista tenta retratar de um modo musical a curiosidade e esperteza das crianças. É um que eu mais gosto dele.
Segue vídeo muito antigo, do próprio Chick Corea tocando algunas Children’s Songs com o vibrafonista Gary Burton
Mais ouvidos da última semana (03/05 a 09/05)
Damien Rice, com o O e o 9, o Discovery do Daft Punk, sempre aqui, o Automatic Movements do Everything is Made in China. Das novidades, o Með suð í eyrum við spilum endalaust do Sigur Rós, que eu tava com vontade de ouvir e o Thiago Bomfim me passou e o Stray Dogs do Thomas Dybdahl, que eu baixei após ouvir ums música no last.fm.
É isso!
Mais ouvidos da última semana (26/04 a 02/05)
Uma semana de bastante descobertas: ouvi bastante o Automatic Movements, do Everything is Made in China, que eu já tinha ouvido algumas músicas antes, mas essa semana ouvi completo e gostei bastante. Além desse disco, ouvi bastante o 4 deles também. No mesmo estilo, ouvi muito também o Happy Songs for Happy People, do Mogwai. As duas bandas pertencem a um estilo chamado post-rock, que eu desconhecia, mas gostei bastante.
Para completar a lista, Eyes Open do Snow Patrol (porque eu acho que ainda não conheço bem a música do século XXI e o Johnny me recomendou). Daft Punk eu nem queria ouvir muito, mas tem uma música deles numa cena de Homem de Ferro 2 e eu me empolguei
. E pra fechar a lista, As segundas intenções do manual prático, do Ed Motta, que eu já ouvi bastante no passado, e me empolguei essa semana porque o Weverson me deu um DVD dele de presente. Aliás, a empolgação foi tanta que eu quase comprei um microkorg (que o Rafael Vernet usa no show) ![]()
É isso, pra fechar, um vídeo do Everything is Made in China:
Mais ouvidos da última semana (19/04 a 25/04)
Das coisas de sempre, o Discovery e o Alive do Daft Punk e John Mayer Trio. Das novidades, o Aha Shake Heartbreak Kings of Leaon, o Free do Gavin Degraw e o Miracle da Robbie Seay Ban, recomendação do Thiago. É isso, na semana que vem com mais novidades. Abaixo, um vídeo do Kings of Leon:
Aurora
Juntamos alguns acordes, jogamos algumas palavras e misturamos algumas melodias… Tudo isso que veio de nós, do chão de nossas existências, sinceramente não queremos convencer ninguém de nada, isso seria muito presunçoso. Apenas cantamos sobre a única coisa que merece ser cantada em nosso mundo… E enquanto procuramos significado nas coisas, apenas percebemos que nada sabemos… Esperamos uma próxima manhã, novas oportunidades, outras perspectivas, velhos horizontes sob novos olhares… Essa é a nossa Aurora, a esperança que nos acorda pela manhã… E pode ser que isso não faça sentido algum, que seja, amanhã o Sol nasce e continuaremos não sabendo de muita coisa. Aurora
Esse é um projeto de um grande amigo meu, o Johnny, que junto com uma galera anda fazendo um som muito bacana. Apenas para constar no catálogo, poderíamos dizer que o estilo da banda é indie. As influências principais são Foo Fighters, Mute Math e Phil Wickham. Pra minha felicidade, eu pude tocar com os caras duas vezes, uma em fevereiro, em Maringá e no Paraguai, e outra agora em abril, em São Paulo, na minha antiga igreja.
Uma das coisas que eu mais gostei de fazer um som com os caras é que rola uma energia e uma sinergia muito bacana. A galera é muito criativa e focada, rola um som muito bacana e pesado, e ao mesmo tempo muito leve na sua produção.
Ouçam no myspace
















































